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Maté - Contos do Baobá

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Maté - biografia da ilustradora e escritora

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CONTO OU LENDA?

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Ambos oriundos da literatura oral tradicional, o conto e a lenda apresentam diferenças marcantes:
- no conto, a narrativa é curta, os personagens são poucos e a ação se desenrola num tempo e num espaço simbólicos, desligados da realidade. Pode ou não acontecer algum evento mágico. Muitas vezes, o conto tem um caráter pedagógico, procura ensinar valores.
- na lenda, o desenrolar da narrativa é mais complexo, há uma localização espacial e temporal dos eventos (ligados a um determinado território e a uma época precisa) e algum fundamento histórico mesclado com muita imaginação e fantasia. Pode-se dizer que as lendas nasceram para dar uma forma de resposta às inquietações das pessoas, usando o maravilhoso para explicar coisas além da compreensão humana.  


CONTOS:A SABEDORIA BEM HUMORADA DOS CONTOS AFRICANOS





Este ano a editora GLOBAL publicou a segunda edição dos meus Contos do Baobá. Lançado inicialmente em 2008, o livro mereceu em 2009 o selo “Altamente recomendável” da Fundação Nacional do…

UMA INCRÍVEL AVENTURA AMBIENTADA NO SAARA PRÉ-HISTÓRICO

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       Quando dois clãs inimigos precisam sobreviver às mudanças climáticas que assolam o Saara Verde, o destino de todos vai parar nas mãos de uma velha vidente que não faz mais chover, de uma órfã que tem olhos cor de água e nas patas de um enorme crocodilo que usa pulseiras...
Tema: Meio ambiente / Pluralidade cultural / África / Geografia.  120 páginas, a partir de 8 anos.



"A PRIMEIRA MÁSCARA" SELECIONADA!

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Muito feliz em ver que A primeira máscara (relançamento da editora Miguilim de Belo Horizonte), foi selecionado para compor o Catálogo Literário AUTORIAS DA DIVERSIDADE. O projeto desenvolvido pelo Estado de Minas Gerais permite que as escolas da rede estadual escolhem novas obras em 2017 para suas bibliotecas a partir de um catálogo virtual.
Mais detalhes em:
http://www.catalogoautoriasdadiversidade.educacao.mg.gov.br/

LENDAS AFRICANAS: A PRIMEIRA MÁSCARA

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As primeiras máscaras apareceram provavelmente na pré-história. Numa época em que reinavam os grandes carnívoros, o ser humano só podia contar com a colaboração do seu grupo, o domínio do fogo e uma mente criativa para sobreviver. Ao esconder-se atrás de uma máscara, ele escapava por um momento à dureza da vida cotidiana imaginando transformar-se num ser superior, dotado de poderes sobrenaturais: voava como um pássaro, era forte como um urso, invencível como um leão. Mitos e rituais eram criados, cantos e danças executados em volta da fogueira, na segurança do abrigo, reforçando os laços do grupo e preparando as novas gerações.  
A humanidade evoluiu e as máscaras também. Algumas das mais belas vêm de áreas rurais da África, onde o poder da tradição resiste. São culturas onde os jovens são iniciados para fazer parte de determinadas associações (de caçadores, lavradores, pescadores ou ferreiros, por exemplo) e instruídos segundo sua faixa etária pelos mais velhos. Cada associação tem se…